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2 de janeiro de 2008

Pen-sáah-mentos

"Não existe caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho"
Mahatma Gandhi



O ser humano vive em uma busca incessante pela felicidade. A buscamos no trabalho, nas pessoas que vivem conosco, na realização de um sonho, no inicio de uma vida nova, numa nova oportunidade de vida, enfim em tudo e em todos.
A felicidade encontra-se em um único lugar: dentro de si mesmo.
Não se engane. Não há ser humano algum na Terra que seja plenamente feliz. Existem, sim, aqueles que são felizes a maior parte do tempo.
Uma coisa é certa, de nada adianta, ficar sentado esperando que a felicidade bata à sua porta e se convide para entrar.
O primeiro passo e talvez o mais importante é saber o que lhe faz infeliz.
Feito isso, o segundo
passo e talvez o mais complicado é acabar aos poucos e de maneira definitiva, com tudo que lhe entristece.

Se tem problemas pessoais, resolva-os.
Se tem dívidas, pague-as. Se não pode pagá-las, faça um acordo, negocie.
Se tem uma briga mal-resolvida, perdoe ou desça do salto.
Se ama alguém, diga.
Se esse alguém não te ama, esqueça-o.
Se você trabalha demais, tire férias. Se não pode tirá-las, viaje no fim de semana.
Se não tem tempo, durma menos.
Se o tem de sobra, escreva um livro, pinte um quadro.
Se não tem dinheiro, trabalhe mais.
Se lhe falta oportunidade, crie.
Se não tem emprego, corra atrás.
Se sofreu alguma decepção, afogue-se em brigadeiro.
Se é solitário, saía, vá a festas, freqüente clubes.
Se tem algo entalado na garganta, bote pra fora.

E o último passo é ser feliz.
Tire um tempo para fazer algo que sempre quis.
Minta que está doente, e falte um dia de trabalho.
Passo um final de semana inteiro agarrado(a) com o seu amor
Ria dos seus próprios erros, faça piadas de si mesmo.
Passe horas no telefone, sem preocupar-se com a conta.
Vá para praia à noite.
Vire o dia no cinema.
Coma um doce, saia da dieta.
Arranje 30 minutos pra fazer uma caminhada.
E no seu tempo livre, faça alguém feliz.

É de fundamental importância, lembrar-se sempre que a felicidade tem de ser algo consciente. É de fundamental importância, medir as conseqüências de seus atos.
É de fundamental importância, saber se suas ações não atingem outras pessoas.

Lembre-se, sempre, de um princípio da física: 'Toda ação, tem reação'
A Felicidade é a reação dos teus atos. Quando essas ações fazem infelizes outras pessoas. Não vai demorar muito para que essa infelicidade se volte para você. E realmente, pouco importa quem são essas pessoas ou o que significam para você.

Felicidade pode parecer algo difícil ou complicado, mas na verdade é tão simples quanto resolver um cálculo. Tudo o que você tem que saber é como achar o resultado.





Felicidade


A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o
que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são
ainda mais complexos.

Não basta que a gente esteja sem febre: queremos,
além de saúde, ser magérrimos, sarados,
irresistíveis.

Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a
comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e
uma temporada num spa cinco estrelas.

E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos
alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza
e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar
pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo.
Queremos estar visceralmente apaixonados,
queremos ser surpreendidos por declarações e
presentes inesperados, queremos jantar à luz de
velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem
e diário, queremos ser felizes assim e não de outro
jeito. É o que dá ver tanta televisão.

Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de
uma forma mais realista.

Ter um parceiro constante, pode ou não, ser sinônimo
de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz
com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro,
feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo,
principalmente quando se trata de amor-próprio.

Dinheiro é uma benção.
Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo.
Não perder tempo juntando, juntando, juntando.
Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado.
E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar
segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça,
como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de
criatividade.

Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e
aceitar o improvável.

Mário Quintana

1 de janeiro de 2008

Pen-sáah-mentos


Amar...

A vida às vezes nos impões escolhas, das quais jamais gostaríamos de enfrentar.
Cabe somente a nós decidirmos se estamos prontos para as conseqüências que se seguirão diante à nossa escolha.
Ficar em um meio-termo, nem sempre é permitido. Mas é permitido indagar-se qual o melhor caminho à seguir: o do coração ou o da razão?
Seria mais sábio permite-se os delírios do amor? Ou seria correto encarar o momento com a sobriedade daqueles que não amam? Por que aqueles que o fazem, precisam ser demasiado firmes para não sucumbir aos desejos incontroláveis da paixão. Aos ímpetos do amor. E aqueles que o conseguem, ou não amam o suficiente ou amam sabiamente.

Às vezes é necessário que o amor se cale. E a razão grite, na tentativa de evitar maiores sofrimentos. Mas não demora muito para que o amor queira e consiga, liberta-se em um grito ensurdecedor.

O amor quebra barreiras, vence quaisquer obstáculos. Mas só para aqueles que amam verdadeiramente e são amados em retorno. Para aqueles em que não reciprocidade ou aqueles que sufocam, o amor pode ser algo terrível, doloroso, mágoa que não tem fim.

Amar ou não amar, não cabe à nós meros humanos decidir. Tolos, aqueles que acreditam que sentimentos são maleáveis, que são facilmente mutáveis.

Existem pessoas que passam uma vida inteira sem saber o que é o amor, algumas que dariam a eternidade para sentí-lo e outras que dariam a vida para a esquecê-lo.

Amar não é uma oportunidade única, embora muitos acreditem que sim. Cada amor é único, mas o sentimento é infindável.
Amar não é ser inconseqüente, inresponsável.
Amar não é sufocar, ou julgar-se dono ou propriedade do outro.
Amar é sentir que alguém lhe é realmente importante. É aceitar os defeitos. É rir em cada alegria, chorar em cada dor. É estar presente quando se precisa e também quando não se faz necessário.
Amar é para aqueles que merecem. Sofrer ou delirar.
Amar é uma escolha que independe da vontade. Amar é um grito de liberdade. Amar é não ter ar suficiente que lhe faça respirar. É sentir os pés saltarem do chão e o coração do lugar.

Amar, amar, amar...
Em silêncio ou se entregar?!
Ah! Amar...


'Amar: Fechei os olhos para não te ver e a minha boca para não dizer...E dos meus olhos fechados desceram lágrimas que não enxuguei,e da minha boca fechada nasceram sussurros e palavras mudas que te dediquei...' - Mário Quintana